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DA ANGÚSTIA PARA A FUGA

De entre várias possibilidades resultantes da oficina de Escrita do 9º E, a equipa aLer+ escolheu o texto da Catarina para iniciar a história, que intitulámos “Fuga para o Oriente”, a continuar por alunos de todas as turmas do secundário.

A evolução da narrativa pode ser acompanhada aqui.

 

     
DO ORIENTE

É sabido, mas não faz mal nenhum repetir, que a ler se viaja, no espaço e no tempo, no pensamento e nas emoções, nos seres. Às vezes, calha combinar as rotas da ficção com ingredientes mais concretos e materializá-las com imagens, sons, sabores.

Foi o que aconteceu na Biblioteca na passada 4ª feira, quando os alunos do 10º F viajaram para o Oriente, leram e conversaram sobre contos de Marguerite Yourcenar – “A Salvação de Wang-Fô”,  “O último amor do príncipe Genghi” – e de Rudyard Kipling – “Para lá da cerca”, rodeados por belas imagens e objectos da China, Japão e Índia, com música tradicional desses países em fundo, tudo acompanhado com chá e outras delícias.

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25 de ABRIL

A História recente – longínqua para quem tem 17, 18 anos – ganhou vida para os alunos do 12º B, E e G, que assistiram à sessão O MOVIMENTO ASSOCIATIVO DOS ESTUDANTES E O 25 DE ABRIL.

Joaquim Judas, Eugénia Varela Gomes, António Mendonça, Isabel Rainha trouxeram memórias vívidas de rebeldia, coragem e medo, solidariedade e alegria de viver, de um tempo em que a polícia política e a censura sufocavam o direito ao conhecimento e ao pensamento livre.

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DIA MUNDIAL DO LIVRO

No dia 23 de Abril – proclamado pela UNESCO (1996) como Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor – as aulas de História e de Psicologia do 12º E e do 12º D tiveram uma interrupção inesperada (para os alunos) com a apresentação de O NOME DA ROSA. O Gonçalo Oliveira conduziu os colegas ao mundo do grande romance de Umberto Eco, livro que fala de livros e de bibliotecas, do desejo de saber e dos seus perigos.
Para o 8º ano, o Rafael Mação preparou SUPERGIGANTE, de Ana Pessoa, um título da excelente coleção editada pela planeta Tangerina e dedicada ao público juvenil.
Arturo Perez-Reverte, mais exatamente excertos do recente HOMENS BONS, foi dado a conhecer aos alunos de outras duas turmas do 8º ano, a propósito do Iluminismo, que tem ocupado as aulas de História, período admiravelmente reconstituído numa narrativa cujo ponto de partida é a controversa e arriscada aquisição dos vinte e sete volumes da ENCICOPÉDIA, por parte da Real Academia de Espanha.

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OS MEUS LIVROS

“O escritor é o que transgride, que subverte, que baralha tudo. Os muito bons inventam uma nova voz (…)”.

As afirmações, retiradas de uma autoentrevista publicada no Jornal de Letras, aplicam-se inquestionavelmente à autora que esteve na nossa escola na passada 4ª feira. No auditório, repleto, os alunos de três turmas do secundário e muitos professores participaram num encontro a sério, próximo e fluido, com a informalidade sábia e cativante de Ana Margarida de Carvalho.

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DIA MUNDIAL DA POESIA Na 3ª feira, dia 21 de março, recebemos na Biblioteca os alunos do 11º F, com as mesas postas de poemas. Para ler desordenadamente, sem pistas nem limitações, apenas guiados pelo gosto. Depois, escolher versos para misturar sentidos e sonoridades, escrever novos poemas. Apenas uma regra: o devido e respeitoso registo dos autores dos versos roubados. Assim:

 

São claros e vastos os espaços

A tua morte que me importa,

Se o meu desejo não morreu?

A voz surda e remota tornada a voz absoluta,

A voz sem boca

É o último dia

Mas que dia poderia

Deter assim a boca

Ah! Destino frio de te falar numa língua estranha

Outra que não a minha.

Poetas: Sophia de Mello Breyner, David Mourão-Ferreira, Fernando Pessoa, Gastão Cruz, Ana Luísa Amaral. Escolhas de: Adruzilo Matos, Margarida Santos, Filipa Palminha.

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INSUSTENTÁVEL LEVEZA Na 3º feira, os alunos de duas turmas do 11º ano assistiram na Biblioteca a uma apresentação do romance de Milan Kundera, A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER.
Foi iniciada pelo enquadramento filosófico, com a clareza e rigor que tão bem já conhecemos nas intervenções do professor José António Pacheco, entre a consideração do valor ambíguo do peso e da leveza, em Parménides e o “eterno retorno“ em Nietzsche.
Depois o Gonçalo tomou a palavra e, com leveza despretensiosa, ofereceu-nos uma leitura profundida, perspicaz, que pesou estimulantemente na atenção da assistência, até ao último instante, depois de um toque que chegou cedo demais.

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WORKSHOP

 

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ENTREBESCANT ENSEMBLE  

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CARTAS DE AMOR A propósito do Dia dos Namorados, os alunos do 9º F e do 10º F foram convidados a comparecer na Biblioteca para uma atividade que se desdobrou em duas sessões: na primeira, o tempo foi quase todo dedicado à escrita, após uma breve introdução, feita pela leitura de uma crónica de Joaquim Fidalgo, sobre um velho hábito, tão emocionante e tão em vias de extinção. Dada a garantia de anonimato, escreveram-se então cartas, de amor, evidentemente, embora o destinatário pudesse ser amado das mais diversas formas, imaginária inclusive, e muitos escolheram pais, avós, um amigo como destinatário(a).

Lidas as cartas, selecionado um pequeno fragmento de cada uma delas, composta a carta coletiva de cada turma daí resultante, realizamos o segundo encontro, inteiramente preenchido por leituras – de uma carta de António Lobo Antunes à sua mulher, retirada do livro D'este Viver Aqui Neste Papel Descripto e vista na adaptação cinematográfica de Ivo Ferreira, em Cartas de Guerra; de um poema de Ana Luísa Amaral, “Carta a minha filha”, de Imagias; da (obrigatória) “Carta para Josefa minha avó”, de José Saramago; de uma carta de Saint-Éxupery para a sua amada, Consuelo, e outra desta para o autor d’ O Principezinho; finalmente, a de longe mais apreciada em qualquer das sessões, a “Carta de amor do 9º F” e a “Carta de amor do 10º F"

A terminar, ainda houve tempo para Álvaro de Campos – “Todas as cartas de amor são ridículas”.

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ANGÚSTIA PARA O 9ºE

A Angústia do Guarda-redes Antes do Penalty é o título de um romance do austríaco Peter Handke; foi também o nome e o mote de uma Oficina de Escrita que, principiando pela referência a essa obra, passou para a leitura de um excerto de um outro romance, Passageiro do Fim do Dia, do brasileiro Rubens Figueiredo. De comum a ambos os textos, o mesmo pressentimento da possibilidade do desastre, a angústia perante a iminência do momento decisivo, em relação ao qual já não haverá recuo. Com esse sentimento presente, os alunos do 9ºE, encantadores na sua concentração e na sua participação, foram, depois, escrever os textos de entre os quais será escolhido o início de um conto, que alunos do secundário irão continuar, numa «espécie de cadáver esquisito».

 

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LEITURAS PARTILHADAS UM DEUS PASSEANDO PELA BRISA DA TARDE, romance de Mário de Carvalho, foi lido pelos alunos de 10º ano de História da professora Adélia Simas, a propósito do estudo da civilização romana. Cada aluno leu apenas um capítulo, sendo a sequencialização da narrativa reconstituída e debatida numa sessão final, na Biblioteca. O opção pela leitura integral tem agora o caminho iniciado.

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POR DENTRO DO TEATRO
 
A visita guiada ao Teatro Nacional D. Maria II, feita a propósito do estudo de FREI LUÍS DE SOUSA, conduziu os alunos do 11º B pelos diferentes espaços do nobre edifício, que chegou a ter o nome de Almeida Garrett, pelo papel determinante que o dramaturgo, romancista, poeta, combatente liberal e político desempenhou na sua criação.

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À DESCOBERTA DOS LIVROS Como é tradição, a abertura do ano letivo na Biblioteca passa obrigatoriamente pelo encontro com as turmas do 7º, mas, desta vez, só ficou concluída em janeiro, com a visita do 7º E. À semelhança do que aconteceu com o 10º, a atividade repartiu-se por duas sessões em cada turma: uma primeira para troca de informações e de impressões sobre bibliotecas, livros, leituras, e a segunda para o sempre animado (e renovado) jogo “À Descoberta dos Livros”.

7ºA - 7ºB - 7ºC - 7ºE - 7ºF

     
  A equipa do aLer+ deseja festas felizes
     
PAIAÇÚ “Paiaçú”, “Pai Grande”, nome com que o Padre António Vieira se tornou conhecido entre os índios junto de quem interveio como missionário, foi o título escolhido para o espectáculo apresentado na Igreja de São Roque, com interpretação de João Grosso, que também apoiou na dramaturgia, e de Sílvia Filipe; a selecção de textos, retirados de diversos sermões, foi da responsabilidade de Miguel Abreu.
Na sequência do estudo do “Sermão de Sto. António”, na disciplina de Português, os alunos do 11º B assistiram à representação e visitaram a Igreja cujo púlpito tantas vezes foi ocupado pelo mais famoso pregador português do século XVII.

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PALAVRAS COM MÚSICA - aLer+

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Recital Exposição 

     
  No dia 4 de dezembro, os alunos da Escola Básica de Santo António de Tercena terão a visita de Carlos Canhoto e Marc Parchow.

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  No dia 30 de novembro, pelas 10:00h, a Escola Básica Narcisa Pereira recebe Carlos Canhoto (https://qualalbatroz.pt/carlos-canhoto/) e Marc Parchow (https://qualalbatroz.pt/marcparchow/)
     
ENTRANHADA ESTRANHEZA A tradição do debate sobre  O Estrangeiro, de Albert Camus, em aulas de Filosofia  do 11º ano, foi retomada, este ano, com as turmas C,  B e  G, estas duas em conjunto. Tratava-se de, perante o tema «O Sentido da Vida», discutir um romance que nos fala da indiferença, da liberdade, de crenças, preconceitos, crime e morte. A Entranhada Estranheza que intitula as sessões diz respeito, precisamente, ao significado de se ser estranho, estrangeiro, num mundo com o qual não se tem ligação. A conversa fluiu, as ideias divergiram, e convergiram por vezes, na tentativa de compreensão do pessimismo ou do optimismo dos homens em face da vida e da questão do seu sentido.   

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ENIGMAS COM LIVROS As turmas do 10º ano estão a ser convidadas a visitar a Biblioteca, e a participar de uma conversa acerca do que precisam de saber para utilizar eficientemente uma Biblioteca, e esta em particular: como se dispõem os livros nas estantes, a quem recorrer no caso de dúvidas, como consultá-los ou requisitá-los, como efectuar pesquisas nos diversos meios disponíveis; a primeira hora desta visita de início de ano passa, inevitavelmente, por uma troca de pontos de vista sobre leituras e livros.
Na segunda parte, e na sequência desse diálogo, propõem-se aos alunos um jogo no qual, agrupados em equipas, devem responder a perguntas que pressupõem encontrar e identificar determinadas passagens de diferentes livros. O entusiasmo e o envolvimento fica bem testemunhado nas fotografias.

10ºA - 10ºB - 10ºC - 10ºE - 10ºF - 10ºG - 10ºD - 11ºB

 

     
PARAR PARA LER A equipa da Biblioteca e do projeto aLer+ vem de novo convidar todo o Agrupamento a participar no PARAR PARA LER, que este ano terá lugar no dia 18 de outubro, 4ª feira, entre as 10h20 e as 11h10

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EXPOSIÇÃO “PADRE ANTÓNIO VIEIRA”

 
Patente no corredor da Biblioteca, a exposição “Padre António Vieira” foi já visitada pelas turmas 11º B e 11º C. A iniciar o estudo do “Sermão de Santo António”, em Português, os alunos retiraram informação sobre a vida e a obra do famoso pregador do século XVII, que Pessoa designou como “imperador da língua portuguesa”.
     
     

aLeR+ 2027

Entre o conjunto de escolas aLeR+, as entidades responsáveis – Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e Plano Nacional de Leitura (PNL) – identificaram um número limitado de agrupamentos/ escolas não agrupadas, que constitui o grupo base para o arranque da nova fase do projeto, a partir de setembro de 2017, que recebeu a designação aLer+2027.

Com enorme contentamento, anunciamos que a Escola Secundária Professor José Augusto Lucas foi selecionada para integrar este grupo, que irá dar continuidade e renovar a sua atividade de promoção do gosto pela leitura.  

De acordo com o documento recebido, “para a seleção e validação deste grupo foram considerados diversos elementos:

1) Consulta aos Coordenadores Interconcelhios das Bibliotecas Escolares (CIBE) sobre as escolas e agrupamentos integrados no projeto, detentores de uma cultura de leitura promotora do gosto, das competências e dos hábitos de leitura.

2) Recolha de informações derivadas do conhecimento dos projetos pelos técnicos do PNL/RBE, a partir dos relatórios, materiais e visitas de acompanhamento realizados.

3) Cruzamento com outros projetos, candidaturas e iniciativas no âmbito da leitura.

4) Experiência e continuidade dos projetos.

5) Amostragem de diversidade de práticas e experiências de leitura.

6) Progressão consistente dos projetos.

7) Projeção nas escolas, comunidades locais e outros contextos.

8) Solidez das condições organizacionais, humanas e materiais oferecidas.”